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Quem faz terapia é louco?

Nem de brincadeira!


Apesar de ser usada de forma indiscriminada, a palavra loucura não tem nada a ver com quem faz terapia, muito pelo contrário, a gente faz terapia exatamente para não enlouquecer.

Se algum paciente (no sentido de ter paciência, longe de ser um relacionamento distante com meu cliente), chega falando que está ficando louco, isso já é o suficiente para acreditar que não, um “louco” é alguém que não está pleno das suas faculdades mentais (com perdão da palavra pejorativa); se você sente que está perdendo controle é porque ainda há senso crítico para analisar isso, então você não está ficando louco, mas sim, sofrendo pressões que estão te levando ao teu limite.

Mas também não é o fato de não estar louco que isenta você da terapia. Todos nós precisamos de terapia, principalmente o terapeuta. Eu faço, e isso não deve ser motivo de vergonha! Além de não termos só alegrias na vida, ela não nos dá todas as respostas que esperamos. Precisamos buscá-las.


Temos que fazer escolhas dolorosas, passamos por desilusões, nos sentimos isolados, pressionados, temos medos, doenças, envelhecemos sem saber como lidar com isso, sensação de falta de sentido da vida, morte, etc.


Mas antes de qualquer coisa, o paciente precisa estar desejoso de crescimento e mudança e, acima de tudo, estar disposto a assumir um compromisso com a terapia e determinar qual é o seu propósito.


O meu, é me esforçar para facilitar o seu crescimento pessoal para que você tenha uma vida mais harmônica e feliz, ajudando-o a remover os obstáculos que bloqueiam o seu caminho através das flores e muita amorosidade.


Uma pessoa muito querida sempre me dizia que saber não ocupa espaço. Então aí vai uma informação. O termo “paciente” vem do latim patiens – aquele que sofre ou suporta. Uma denominação comum das tradições da psicologia e do aconselhamento.

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